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Só
"do ano"?, vocês irão
perguntar. Certo, ela é daquelas estrelas de
cinema que lembramos por toda a vida. Linda e talentosa
a não mais poder, contabilizou em seu currículo
obras-primas como A Bela Intrigante. E foi noutro
filme de Rivette, A História de Marie e Julien,
que ela nos encantou no Festival do Rio de 2004 - além
de aparecer nas telas em Nathalie X. As outras
muito belas que nos perdoem, mas Emanuelle
Béart está num patamar único,
naquele das estrelas de brilho mais intenso.
Daniel Caetano
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